13 Reasons Why

13 Reasons Why — é uma série inspirada no livro de mesmo nome. Que conta um pouco da história de Clay Jensen, um estudante, que ao voltar para casa da escola um dia, encontra uma caixa misteriosa deixada na sua varanda. Dentro dessa caixa, ele encontra sete fitas cassete de dois lados gravadas por Hannah Baker, sua colega de escola e amor não-correspondido, que tragicamente cometeu suicídio há duas semanas atrás. Na fita, Hannah desenvolve um diário de áudio emocional, detalhando os treze motivos pelos quais ela decidiu se suicidar. Suas instruções são claras: cada pessoa que recebe a caixa é um dos motivos pelos quais ela se matou. E, depois que cada pessoa termina de escutar das fitas, ela deve passar a caixa para a próxima pessoa. Se alguém decidir quebrar a corrente, um outro conjunto das fitas será vazado para o público. Cada fita se dirige a uma pessoa específica em sua escola e detalha o envolvimento da mesma em seu suicídio.

Primeira Temporada — Conta com 13 episódios, com isso Clay Jensen é então acompanhado, pelos telespectadores, quando volta à sua casa após a escola e encontra uma caixa misteriosa com seu nome. Dentro da caixa descobre fitas cassete gravadas por Hannah Baker, sua colega de escola e também seu amor platônico, que se suicidou duas semanas antes. Esses áudios têm duas instruções bem específicas: A primeira: você escuta. A segunda: você passa a caixa com as fitas para frente. Hannah explica que há treze razões pelas quais decidiu terminar com a sua vida. Então, depois de um tempo, fica claro que Justin é o primeiro a receber fitas. Tendo o conteúdo relacionado ao flerte entre ele e Hannah: os dois se interessam mutuamente e o rapaz decepciona a menina logo após o primeiro encontro. Os dois ficam em um parquinho e ele tira fotos constrangedoras da menina sem que ela perceba. No dia seguinte, Justin usa a foto para se gabar para os amigos e não impede Bryce de compartilhar a foto com a escola inteira, deixando a jovem humilhada pela exposição não autorizada. Tudo foi iniciado dessa forma. Todavia, ao longo da temporada, a relação entre Clay e Hannah nunca acontece pela falta de iniciativa do rapaz, mas em uma festa os dois finalmente dão o primeiro beijo e vão para um quarto. Dessa forma, as coisas começam a esquentar, mas os recorrentes abusos sofridos por Hannah impedem que ela consiga ir além. Clay tenta entender o que pode ter feito de errado, mas ela expulsa ele do quarto – ele acaba indo de fato e isso faz com que ela se sinta ainda mais solitária.

Segunda Temporada — Essa temporada mostra como a escola é processada, até que fotos polaroides misteriosas revelam aos poucos um novo segredo. Tudo acontece cinco meses após a morte de Hannah, e a família dela ainda processa o colégio por não combater o bullying e não lidar bem com as reações de Hannah antes do suicídio. Dessa forma, novas partes da vida de Hannah são reveladas e as testemunhas do processo são intimidadas por alguém que tem a identidade revelada no fim da trama. Essa temporada também traz mais acertos do que falhas, o modo como aborda os assuntos principais da série e apresenta novos, como vício em drogas, com o personagem Justin, o problema do porte de armas nos EUA com Tyler, são exemplos de acertos dela. A abertura desses temas pode ser que te leve a crer que uma terceira temporada possa acontecer.

Taken, a série que podia ter sido melhor

Taken — é uma trama moderna que mostrará a história de origem de um soldado chamado Bryan Mills, enquanto ele luta para lidar com os impactos que uma tragédia pessoal surgiu em sua vida. Ao passo que tenta superar e busca vingança pelo que aconteceu, Mills é colocado como um agente da CIA em operação, cargo que faz despertar nele características particulares e perigosas. E, depois de 30 anos, esse personagem se tornará o famoso personagem dos filmes homônimos: Busca Implacável.

Primeira Temporada — Com diversas referências, a série consegue passar boas doses de adrenalina, mas a história segue rápido demais. São vários personagens apresentados só que além do protagonista, não se tem um contato mais profundo com nenhum deles. Tudo começa, de verdade, com a premissa base da série: a irmã de Mills, visto que ela é assassinada pelo mafioso Carlos Mejia em vingança por Bryan ter sido morto em uma operação especial o filho do narcotraficante. A expectativa seria que o confronto entre Bryan e Carlos fosse o elemento estruturante dessa série, ou pelo menos nessa primeira temporada. Todavia, não é isso que sucede. O enredo em torno do narcotraficante apenas aparece a espaços, demasiado separados entre si para nos permitir criar alguma forma de ligação com os espectadores. Dessa forma, a figura do vilão é o elemento absolutamente essencial para a criação de uma boa narrativa. Como é bem sabido, um excelente antagonista é metade do necessário para criar uma grande história. Mas esta ideia não foi bem compreendida pelos argumentistas que nos apresentam um Carlos Mejia, transformado num misto de fraco rei do crime e bufo. No entanto, se cria uma primeira boa impressão e o narcotraficante. E se o vilão é fraco, esse herói acaba não sendo muito melhor.

Segunda Temporada — Talvez a inclusão de Adam Goldberg num papel secundário tenha ajudado ligeiramente a série a encontrar um conforto humorístico, ainda que não sirva de muito para compensar as falhas incrivelmente nítidas do argumento. A renovação era já algo que não devia ter acontecido e a mudança de tom também não foi propriamente um dos melhores passos a tomar. Visto que a trilogia cinematográfica colocava o protagonista numa situação de salvamento constante de uma pessoa que lhe era chegada de forças criminais. Bryan Mills pretendia salvar o mundo de conspirações e atos terroristas a uma escala global e o resultado tornou-se sem grande ação.

Terceira Temporada — A série foi cancelada.

Master of None

Master of None — A história gira em torno de Dev, um ator de 30 e poucos anos, em busca de trabalhos e um rumo na vida. Sua profissão deixa bastante tempo livre, de forma que o veremos passar por constantes e diferentes situações com seus romances, amigos e família.

Primeira Temporada — A partir de um olhar puramente raso, seria muito fácil dizer que a temática que rodeia a série é definida pelos conflitos entre a jovem geração americana e a antecessora, mas a verdade é que o programa não só vai muito além disso como assume um tom bastante pessoal da parte do comediante, visto que ele mesmo é um dos criadores da obra. Fora que essa série não possui uma temática específica, embora os tópicos se conectem naturalmente sob a perspectiva da boa e velha transição das possibilidades juvenis para as mudanças implicadas no gradual, mas sempre constante, passar do tempo. Sob esse grande ângulo temático, mais ou menos aceitável, problemáticas que vão desde a família e das próprias raízes, do racismo à contemporânea discussão acalorada acerca do feminismo, e em outro momento da desvalorização do idoso à responsabilidade familiar, são levantadas sem parecerem dispersas conforme nos identificamos mais com o despojado protagonista. Para dar mais realidade e um lado mais humano às situações familiares, a série colocou os pais do ator Aziz Ansari para contracenar com ele, mesmo que eles não sejam atores. Na verdade, eles nem mesmo têm intimidade com a câmera, o que dá mais profundidade a relação entre eles e Dev. Então, o roteiro da produção não vem apenas para divertir e entreter, mas para colocar o telespectador a questionar suas relações com os parentes, desconhecidos e como leva a própria vida. E esse formato de dez episódios adotado faz com que o arco mais dramático, onde existem as idas e vindas da vida social e profissional de Dev, seja concluído com eficiência e sem tomar espaço do foco mais cômico da série. Ao mesmo tempo que Master of None consegue fazer gargalhar, reflexões e lágrimas não estão descartados das reações mais apropriadas.

Segunda Temporada — Nesta segunda temporada, é notável como Dev, o homem, avançou em relação à sua persona da temporada inicial. Portanto nesta, contamos com um episódio em homenagem ao neo-realismo italiano, e prosseguindo com episódios em que ele tenta fingir que é religioso para os parentes muçulmanos que vêm da Índia em visita, ou em que tenta arrumar uma namorada por um aplicativo, Dev dá cabeçadas aqui e ali. E o melhor é que ele ainda aprende alguma coisa sobre si com elas. O segundo personagem, e certamente o destaque desta temporada, é Francesca. A mesma roubou as atenções desde a sua aparição nos primeiros 30 minutos, com o seu sorriso sincero e verdadeiro. Mesmo após o retorno de Dev para os EUA lá no terceiro episódio, eu sabia que a sua participação não terminaria ali, e o que houve foi o contrário, ela só cresceu e ganhou mais importância. Essa importância só cresce e se dinamiza devido ao tema principal da série: relacionamentos.

Terceira Temporada — Ao que tudo indica, a própria produtora já teria dado um positivo para a continuação. No entanto, é preciso que Azir de o sinal verde final, até lá teremos que esperar para saber!

The Blacklist

The Blacklist — é uma série centrada nos gêneros espionagem, drama policial e ação. Tendo assim Raymond Reddington como o criminoso mais procurado pelo FBI, entregando-se às autoridades. O mesmo também promete entregar diversos criminosos e terroristas, isso desde que por intermédio exclusivo de Elizabeth Keen: uma agente novata do FBI. Mas de início, parece não haver ligação entre ambos. Porém, o sujeito também não revela o real motivo dessa sua preferência.

Primeira Temporada — Anslo Garrick acompanhado de uma equipe de mercenários acaba invadindo a base secreta da CIA, que é onde eles mantêm Reddington e iniciam uma guerra. Alguns morrem durante esse processo, ou ficam gravemente feridos, que é o que acontece com o agente Ressler. Mas apesar de tudo ele consegue se trancar dentro do cubo junto com Red. Enquanto isso, do lado de fora, Anslo começa a eliminar um por um até que Ressler abre a porta e entregue Red. Nesse meio tempo, Liz se infiltra na base e começa a restabelecer a comunicação para poder pedir por reforços. Garrick, já muito irritado, começa a ameaçar Red. Então consegue convencer Ressler a abrir a porta do cubo e ele é levado para conhecer a pessoa por trás disso. Tudo, ao passo que Red é torturado por Anslo, mesmo que bravamente e consegue descobrir que o mandante de tudo é Alan Fitch, seu antigo colega de trabalho. Dessa forma, a partir de janeiro, o seriado dá uma reviravolta e todos os episódios passam a se aprofundar mais nos segredos de Liz, Reddington e Tom. Todos os casos passam a ser mais sombrios.

Segunda Temporada — Os fatos que se destacam nessa nova temporada são o passado da agente Keen, o que seria o Fulcrum e o assassinato do capitão do porto. Então, a trama se desenvolve melhor a partir da segunda parte da temporada. Mais especificamente, nos episódios 2×11 e 2×12, em que Red se deixou ser preso e armou um de seus audaciosos planos para conseguir o que desejava. Todas as cenas de Luther são empolgantes, desde a sua fuga da cela até quando começou a matar friamente os reféns. A estrutura dos episódios mudou um pouco o estilo da série, assim trazendo uma trama mais direta: sem enrolações, com importantes revelações e colocando Red como ponto central da história. Desse modo, colocou temas polêmicos, como a conhecida péssima relação da CIA com o FBI e como isso prejudica a segurança dos EUA e também sobre os violentos métodos de interrogatórios usados nas prisões.

Terceira Temporada — Mais para o final dessa temporada, a série dá um golpe dramático, isso ao deixar a agente Keen frente a frente com sua história, após ser novamente sequestrada. Agora com uma filha, e casada com Tom, a mesma se depara com mais uma grande surpresa: quem ordenou seu sequestro foi o seu pai, Alexander Kirk. E bom, com o FBI agora mais distante da atual trama, a própria “Lista Negra” acabou não tendo muito destaque nos últimos episódios.

Quarta Temporada — Nessa temporada é possível ver um Red mais humano, arrependido e até perdido em alguns momentos. Ele se tornou um homem que pagou pelo que fez, talvez não o suficiente. No meio disso, também existe a revelação completa do passado de Elizabeth e a confirmação de que Reddington é mesmo seu pai. Outros detalhes podem ser considerados spoilers, mas em breve haverá uma resenha mais completa dessa temporada.

Quinta Temporada — Reddington está em uma missão para recuperar seu império, precisando começar do zero, o famoso criminoso não tem mais um tostão no bolso. Então de início, vemos Red, roubando um carro para conseguir pagar o aluguel de um quarto de motel! Ao passo que Cooper exige um novo blacklister, dessa forma Reddington precisa fazer dinheiro e conseguir novos aliados para sua operação, recrutando Liz para acompanhá-lo na busca por um fugitivo da justiça. A trama serve para desenvolver a nova dinâmica entre os protagonistas, especialmente agora que eles sabem que são mesmo pai e filha.

Sexta Temporada — A série foi renovada, mas ainda não há uma oficial data para a estreia.

Preacher

Preacher — A série conta a história de Jesse Custer, um ex-pastor que foi possuído por uma entidade sobrenatural que lhe confere o poder de fazer com que qualquer pessoa o obedeça. Essa entidade, que é conhecido como Gênesis, é uma fugitiva do Paraíso e os anjos a procuram para prendê-la novamente. Quando descobrem que ela e Jesse Custer se tornaram um só, o objetivo passa a ser matá-lo. Para isso ressuscitam um matador do século XIX, o Santo dos Assassinos e o enviam em seu encalço.

Primeira Temporada — No começo, Jesse Custer estava determinado a encontrar Deus. Então à medida que os episódios vão passando, vemos como ele seguiu a profissão do pai, um pastor de moral inabalável que o fez prometer ser um cara do bem. Quando era jovem, deixou essa promessa de lado, entregando-se a uma vida de crimes ao lado de sua namorada Tulipa. Enquanto ela estava grávida, fizeram um assalto que não deu certo porque ambos acabarem sendo traídos por seu comparsa Carlos. Tulipa perdeu o bebê e isso afetou o casal de maneira diferente. Aliás, cada personagem na série enfrenta lá seus conflitos. Sendo a certinha Emily que mostrou que sua vida de mãe solteira correta e temente a Deus, não era sua única face e que a perspectiva de ficar com Jesse a faria abrir mão de seus princípios. Tulipa, depois de tudo aquilo, disse que ela poderia ficar com o pastor. Emily simplesmente faz de conta que não está interessada, porque tem um namorado. Mas ela acaba fazendo isso sem convencer nem a Tulipa e nem mesmo a si mesma. Ela, então, resolve entregar o namorado como lanche para Cassidy, porque para ela isso que terminar com ele.

Segunda Temporada — A segunda temporada traz uma grande variedade de sub-tramas que ocorrem de modo paralelo à principal, que vão desde o novo ganha-pão do anjo Fiore até a relação de Cassidy com seu filho. Algumas delas não funcionam tão bem assim, mas a produção foi rápida em identificar os elementos disfuncionais e removê-los com eficiência. Então aquilo que dá certo começa a ganhar desenvolvimento e mais tempo de tela, como a jornada de Eugene tentando fugir do inferno com a ajuda de Adolf Hitler. Pela forma que foi conduzida, essa experimentação é muito positiva e também pode ser vista na própria composição das cenas, que brinca com sequências em primeira pessoa e time-lapses de uma viagem que Jesse faz com um saco na cabeça. É importante ressaltar que Preacher não pensa mais em manter fidelidade com seu material-base, mas isso não parece ser uma coisa ruim. O seriado segue a fórmula de The Walking Dead ao apenas utilizar acontecimentos grandes dos quadrinhos, dando seu próprio contexto e tratamento para os eventos que levam até esses pontos-chave. É uma decisão de grande risco e que pode irritar fãs, mas que funciona muito bem. O melhor exemplo disso é Herr Starr. O “vilão” que comanda a organização Cálice é conhecido por seus gostos bizarros e personalidade que alterna entre maléfica e cômica. Na série, o personagem ganha vida com boa comédia visual e sólida, mas sem esquecer de sua mente doentia, assim sendo um homem profundamente perturbado movido por desejos igualmente mortais e sexuais.

Terceira Temporada — A série teve seu retorno no dia 24 de junho. Dessa forma mostrando Jesse, Cassidy e Tulipa retornando a Angel-Ville, onde Jesse foi criado e onde antigos ressentimentos e obrigações mortais os aguardam. Com a ajuda de seus amigos – e alguns inimigos – Jesse precisará escapar de seu passado, porque o futuro do mundo depende disso.

 

Luke Cage, o Herói que você respeita

Luke Cage — A trama da série é centrada em contar a origem de Luke Cage e dos demais personagens de seu universo. Só que ao passo em que algumas coisas precisaram ser modernizadas, outras foram mantidas e referenciadas com competência. O fato é que a jornada de Carl Lucas para se tornar Luke Cage não é a única trama a ser desenvolvida. Os personagens em segundo plano, como os vilões “Cottonmouth”, Mariah Dillard e “Diamondback”, são completamente humanizados e suas atitudes hediondas quase são justificadas pelo background que lhes é dado. No caso da detetive Mercedes “Misty” Knight, tudo é muito bem trabalhado e a mesma acaba se tornando uma coadjuvante de peso. Por fim, se as participações de Claire Temple foram muito rápidas nas demais séries da Marvel, em Luke Cage ela ganha seu merecido brilho e importância.

Primeira Temporada — No início a série apresenta o lado humano de Cage, um ex-detento que ganha a vida se dividindo em dois empregos. O protagonista não parece muito disposto a mudar o rumo de sua rotina, nem mesmo quando se trata de um relacionamento amoroso. Mas, ao conhecer Mercedes, a sua vida muda completamente. Porque mesmo sem saber a verdadeira identidade da moça, ele acaba entrando em um emaranhado de acontecimentos criminosos que farão com que ele precise optar por um lado da briga. No entanto, preocupado com Chico, um dos funcionários da barbearia em que o mesmo trabalha, e os rumos que ele está dando para sua vida; Cage fica prestes a ficar de cara com um dos maiores vilões do Harlem: Cornell Stokes, que por acaso é dono do bar no qual Luke trabalha e responsável por quase todos os crimes do bairro. Também conhecido como Cottonmouth, ele é um homem sem escrúpulos capaz de passar por cima de qualquer pessoa para conseguir o que deseja, sendo que quase sempre se trata de dinheiro.

Segunda Temporada — Nessa temporada é possível que sejamos levados a nos perguntar até que ponto a disposição limitada de Carl Lucas não torna a associação da palavra herói à sua imagem. O mesmo acontece com Bushmaster, antagonista do seriado, cuja classificação como vilão está longe de ser incontestável. Porém, apesar da demora, as motivações de John McIver são explicadas eventualmente. No entanto, quando Misty finalmente tem a oportunidade de usar seu braço biônico ao lado de Luke Cage, e não apenas fica sentada enquanto diversas pessoas a encaram como se sentissem pena dela, as coisas mudam. Ao recordar dos primeiros episódios, nas inúmeras vezes em que ela decidiu quebrar as regras para conseguir respostas, quantas vezes pressionou quem devia pressionar para obter resultados e na garra que sempre demonstrou, é difícil não simpatizar com a heroína e sentir-se animado ao ver como sua trajetória se completa. O mesmo vale para a igreja do pai de Luke Cage, James Lucas, ainda que em uma escala menor. Porque, além de servir como cenário para excelentes diálogos, o santuário cristão acaba tornando-se bastante simbólico. E não, não é por acaso, pois é ali onde diversos personagens decidem fazer as próprias confissões uns aos outros. Por essa razão, é um ambiente no qual finalmente é possível conhecer mais sobre cada um deles, assim como onde os próprios acabam conhecendo melhor a si mesmos.

Terceira Temporada — Essa temporada foi renovada pela Netflix, mas ainda não tem data de estreia. Aguarde pela próxima atualização da página.

The Handmaid’s Tale, o drama enfrentado pelas mulheres

The Handmaid’s Tale — A série trata de uma distopia sobre um futuro em que mulheres são tratadas como meras barrigas de aluguel do Estado teocrático de Gilead — nação que um dia foi os Estados Unidos. Outro fato é que em The Handmaid’s Tale, os problemas climáticos e a poluição tornaram a maioria das mulheres do planeta inférteis e os bebês extremamente sensíveis, diminuindo drasticamente a taxa de natalidade e ameaçando a continuidade das populações do mundo como conhecemos. Em paralelo a isso, grupos conservadores religiosos tem cada vez mais adeptos em todo os Estados Unidos, sendo cada vez mais influentes no governo, até que conseguem dar um golpe na Casa Branca. Ao tomar o poder, os direitos das mulheres são imediatamente cortados, incluindo o direito à propriedade — que é um dos pilares da constituição americana. Assim, tudo o que pertence às mulheres é transferido ao parente masculino mais próximo.

Primeira Temporada — Os episódios de The Handmaid’s Tale mostram uma sequência de acontecimentos envolvendo Offred na casa de seu mestre comandante, ao passo em que também conta a história de sua vida anterior em cenas de flashback que revelam os primórdios da revolução que originou Gilead. E bom, como as servas são proibidas de saírem sozinhas, o primeiro episódio também mostra Offred e sua companheira de compras, a serva dos vizinhos, Ofglen. Suas costumeiras caminhadas em duplas também se prestam como forma de policiamento de uma serva em relação à outra no que se refere à conduta. No entanto, as duas passam a confidenciar fatos de suas vidas anteriores, e após um tempo Ofglen acaba por revelar ser membro de uma organização anti-governo chamada Mayday, da qual Offred recusa participar. Embora, quando o comandante manda Offred se encontrar à sós com ele em sua biblioteca, o que é proibido, ela descobre uma oportunidade de obter informações e ajudar a operação da qual Ofglen faz parte, mas antes que possa reencontrar sua companheira de compras a mesma descobre que Ofglen foi substituída por outra serva.

Segunda Temporada — A série faz o seu retorno corrigindo as pequenas falhas que ocorreram na temporada passada, assim trazendo um conteúdo de maior grau de qualidade. No entanto, algo que realmente precisa ser dito é algo a respeito de um episódio especifico, mas isso não muda o fato de este ser o resumo da temporada inteira até porque a página pode receber uma atualização em breve. Enfim. O episódio inicia mostrando June sendo transportada para seu novo esconderijo: o prédio abandonado do Boston Globe. E ali ela é deixada sozinha sem instruções, exceto manter-se dentro do mesmo prédio. Então ela perambula pelos escritórios, onde encontra mesas abandonadas às pressas repletas de objetos pessoais, e depois vai ao subsolo, onde encontra a impressora, bem como cordas para enforcamento e uma parede minada de buracos de bala, onde supostamente foi cena de um fuzilamento. Horrorizada, ela entra em pânico, em seguida Nick aparece revelando que ela terá que ficar ali mais algumas semanas, pelo menos até que consigam descobrir como atravessar a fronteira para o Canadá. Mas June se desespera, porque ela quer sair dali o mais rápido possível e exige as chaves do carro. Mesmo estando hesitante ele entrega as chaves, assim como uma arma, mas por alguma razão June decide ficar. Afinal, ao menos ali ela está segura, e Nick parece estar fazendo a coisa certa.

Terceira Temporada — Foi anunciado que a terceira temporada estreará em 2019 e contará com 13 episódios assim como a temporada anterior.

Vikings, o inesperado.

Vikings — é uma série inspirada na história de Ragnar Lothbrok, que foi um dos heróis nórdicos lendários conhecido como Flagelo da França e da Inglaterra. No TV Show ele é retratado como um fazendeiro que alcança o sucesso por conta de seus ataques bem-sucedidos na Inglaterra, assim ele se torna o Rei escandinavo mais tarde. Tendo também o apoio de toda a sua família, é dessa forma que a obra acompanha as explorações do lendário líder Viking Ragnar Lothbrok.

Primeira Temporada — No começo Ragnar e seu irmão Rollo retornam de uma batalha ocorrida nas terras bálticas. Em seguida, Ragnar teve visões com Odin e as Valquírias. Então ao chegarem em casa, ele decide levar o filho mais velho, Bjorn, para o rito de passagem em Kattegat. Dessa forma ele acaba deixando sua esposa, Lagertha, sozinha com sua filha, Gyda. No entanto, a mesma que não é nenhuma mocinha em perigo, mostra o seu potencial como viking ao se livrar de dois estupradores. Enquanto isso, em Kattegat, o nobre Rollo é convencido a seguir viagem com Ragnar, indo em direção ao lado oeste. Mas ele acaba sendo repreendido por Haraldson que além de ser regulador do local continuava a enviar exércitos para o Báltico. Sendo assim, mais tarde, o exército pagão de Ragnar desembarca à costa leste da Inglaterra, em uma ilha. Quando o inverno se aproxima Lagertha descobre estar grávida, mas na chegada a primavera, três barcos vikings liderados por Ragnar partem pelo rio Tyne em direção à Northumbria.

Segunda Temporada — Nessa temporada ocorre o avanço de suas viagens exploratórias, o crescimento de seu número de inimigos e também a sua eventual ascensão como rei da Escandinávia. No entanto, depois que Rollo se une a um rival invasor de terras, Jarl Borg, ele confronta seu irmão e o rei Horik. Dando início a uma batalha sangrenta, onde Rollo deixa Floki gravemente ferido. Porém, ele não consegue matar seu próprio irmão depois e resolve se entregar ao mesmo, então Ragnar precisa e consegue negociar uma trégua entre Horik e Borg ao propor que fizessem parte de suas novas viagens. Outras coisas mudam, visto que Lagertha descobre sua traição. Dessa forma, tendo sido passados quatro anos, Ragnar, agora casado com Aslaug, é pai de dois meninos: Ubbe, Hvitserk e um terceiro a caminho. Mas mesmo com a esposa e família nova, ele é provocado por Floki e decide finalmente fazer uma nova viagem de desbravamento.

Terceira Temporada — O foco aqui será o cumprimento do acordo feito entre Ragnar e o rei de Wessex ao final da temporada anterior, bem como o desejo de ampliação dos espólios de guerra pelos vikings. No entanto, em Kattegat, o pobre Ragnar revela que nunca desejou se tornar rei à Bjorn e decide fazer o retorno para cumprir o tal acordo, assim fazendo com que o mesmo valha com o rei Ecbert. Mais tarde, depois de firmar uma aliança com o rei Aelle e com a princesa Kwenthrith, o rei Ecbert concorda em dar uma porção de terra aos vikings, mas eles precisariam lutar com seu exército pela conquista de Mercia. Então Ragnar deixa a decisão na mão de seus homens e todos concordam ir à luta. Sendo assim, enquanto um grupo de vikings liderado por Ragnar, outro é liderado por Lagertha e fica para trás para começar a cultivar nas terras dadas pelo rei.

Quarta Temporada — Como o protagonista quase morre na temporada anterior a nova temporada marca o início da decadência da fama de Ragnar, o descumprimento do acordo feito com o rei de Wessex e também a sua não bem-sucedida segunda incursão à Paris. Enquanto isso, pensando na hipótese de ficar viúva, Aslaug faz uma visita ao vidente para saber se em algum dia uma mulher irá reinar em Kattegat, mas o vidente apenas ri. Em Hedeby — ao ser pressionado por Kalf — Einar se vê obrigado a decidir pelo exílio de Lagertha. Em Paris, vivendo confortavelmente como um nobre franco, está Rollo. E bom, ele se casa com a princesa Gisla, mesmo que ela o odeie. Todavia, após um certo tempo, vemos a queda completa de Ragnar.

Depois de vários anos desaparecido de Kattegat, devido a humilhante derrota em sua batalha contra o exército franco na última incursão à Paris, Ragnar retorna e desafia os filhos à uma luta até a morte pela conquista do trono. Nesse cenário, Ubbe, dá um passo à frente e os dois se abraçam. Então Bjorn se junta aos irmãos e Ragnar os convida para mais uma nova incursão à Inglaterra. Embora o convite pareça tentador, os seus filhos têm seus próprios planos.

Quinta Temporada — O final da quarta temporada dava a entender que as disputas internas se tornariam o ponto central da narrativa, aqui elas rapidamente passam ao plano de fundo. Em meio a isso ocorre um desgaste emocional entre os descendentes de Ragnar e os guerreiros lamentam a perda do irmão Lothbrok assassinado “por acidente” pelas mãos de Ivar. O ritmo é da série reduz, assim a trama tem como dar espaço às várias motivações e objetivos diferentes dos vários personagens, o que pode também reservar espaço para novos conflitos.

Faking It, pode lhe fazer pensar mais sobre o que a sociedade impõe.

Faking It — Essa história começa com uma conversa entre duas amigas. Logo depois descobrimos que ambas estão tentando ser notadas na escola. Até aí tudo bem, certo? Ou pelo menos estava, pois ambas foram convidadas para uma festa e nesse mesmo lugar elas são apresentadas como um casal lésbico. Por ninguém mais e ninguém menos do que Shane. E a partir desse ocorrido ambas começam a fazer o que podemos chamar de FAKING IT!

Bem no começo dessa trama descobrimos que as ideias loucas sempre envolvem Karma, que está sempre tentando ser vista ao invés de tentar ser apenas ela mesmo. E também notamos que ela não é a garota que leva o relacionamento de Lésbicas a sério, esse lugar fica sendo de Amy. Mas é claro que para a garota é difícil lidar com esses novos sentimentos que ela vai estar descobrindo dentro de si. No entanto a garota evita falar sobre isso com alguém. Pelo menos até descobrir que pode contar com seu novo melhor amigo gay, Shane. E tem mais coisas para complicarem essa falsa relação. Uma delas é que a nossa querida Karma estava de olho no famoso Liam Booker desde o início da trama. E adivinhem só? O carinha sempre fantasiou estar com uma lésbica. Esse falso relacionamento e esse fingimento foram o suficiente para aproximar os dois. Mas o que também atrapalha Amy — por mais incrível que pareça — é o fato de ambas terem de se beijar em público. Que barra, não é mesmo?

 

Bom, eu sei que agora vocês devem estar se fazendo perguntas e aqui vão estar algumas possíveis respostas. Façam bom uso delas e tentem dar uma chance a essa série maravilhosa.

 

                                              O que veremos em FAKING IT?

 

— Comédia:

Sim, você não leu errado. Porque embora a serie aborde alguns assuntos um pouco polêmicos, as cenas que envolvem os personagens podem ser consideradas bastante cômicas. E principalmente quando eles brigam entre si ou se unem em prol de alguma coisa. Todos eles juntos conseguem nos proporcionar momentos impagáveis!

 

— Romance:

Podem sentar e esperar por relacionamentos super longos. Porque em FAKING IT, os pombinhos costumam se separar com frequência. Mas não desanime! Ao fazer isso eles são uma chance a um novo amor e a uma nova oportunidade de serem felizes. E tem outra, se você quer casais diferentes, essa é série certa. Teremos casais héteros, lésbicos, gays e até mesmo bis! Pois é, Faking It é um tipo de arco-íris. E talvez seja por isso que essa série é tão amada.

 

— Rótulos e Preconceito:

A série também se destacou por falar de uma condição que é pouco falada. E para isso contamos com *** que é intersexual. Mas não é somente ela que sofre com o preconceito. Já que até o próprio namorado de Shane passa por isso, assim como Amy sofre ao não ser aceita como lésbica por sua mãe. Mas isso não é só, pois a série também expõe o fato de que a sociedade e as pessoas estão constantemente tentando rotular as pessoas. E bom, ao ver como isso torna algumas pessoas infelizes, nós podemos concluir que esses tipos de rótulos são no mínimo desnecessários. E afinal, nós todos somos seres humanos que pensam, sentem e criam desejos. E nada mais, esse é o ponto final. Nada do que vem de dentro deve ser colocado em nossas testas para nos definir, nem mesmo nossa orientação sexual. FAKING IT mostra isso com uma clareza esplendida.

 

                                E é só. O que está esperando? Assista Faking It!

Legends Of Tomorrow, eles são mais que heróis ou vilões.

Legends of Tomorrow — é um outro spin-off de Arrow e The Flash onde são encontrados super-heróis dos quadrinhos. Talvez até mesmo uns que não se encontrem neles. E bom, eles foram vistos como um time pela primeira vez pelos próprios Oliver Queen e Barry Allen, que notaram que muitas vezes eles dois não bastam para salvar o mundo. Aos poucos foram sendo recrutados, cada um com seu talento ou poder peculiar. Uma que faz parte é uma garota com asas e visões da vida passada. Outra é uma assassina morta. Um par perfeito de ex-criminosos. E claro, um bilionário com tecnologia além de seus próprios conhecimentos, visto que nem ele mesmo sabe como utilizar elas muito bem. Mas ainda resta o Firestorm: que são duas pessoas que fundidas ganham poderes inflamáveis. Todos juntos, todos eles unidos para derrotar um mal assombroso. O vilão que Flash e Arrow não conseguiriam derrotar sem eles: Vandal Savage.

Primeira temporada — aqui ocorre justamente o que é citado anteriormente. Eles são juntados pelos heróis já conhecidos e pelo viajante do tempo. Dessa forma eles trocam suas vidas por uma vida como Lenda, assim viajando no tempo para combater esse perigoso vilão que poderia destruir tudo o que eles conhecem, ao conquistar todo o planeta.

Segunda Temporada — Um estranho chamado Rex Tyler surge dizendo ser membro da sociedade da américa, mas ele também havia aparecido para avisar que todos eles iriam morrer. E claro, eles ignoram esse alerta. Porém não completamente, enquanto viajavam no tempo para lidar com outras ameaças reais eles evitavam voltar em 1942. No entanto fica claro que não será possível evitar esse destino e nem os Nazistas para sempre, e eles começam a tentar fazer algo para resolverem o problema. Não só para salvarem suas próprias vidas, mas para impedirem a bomba nuclear.

Terceira Temporada — A cidade de Los Angeles foi alterada, todos as Lendas haviam passado a ter uma vida “normal” após terem sido separadas por Rip. Porém, em alguns meses depois, as coisas mudam outra vez. Porque Mick captura Júlio César e avisa a Sara, que acaba levando Nate e Ray para se provarem para a nova Agencia conhecida como a “Agencia do tempo”, que havia sido fundada a seis meses atrás pelo próprio Rip. No entanto eles são recusados ao entregarem o homem errado. Por isso o time continua sem o apoio da agencia. Depois de certo tempo as Lendas conseguem resolver os empecilhos que os impediam de agir e voltam a ativa. Enfim. No último episódio eles se deparam com Mallus, que exige que eles entreguem os seis totens. E claro, ao se unirem eles conseguem derrotar os que causavam algum mal. Todavia no final de tudo eles acabam descobrindo que Mallus não foi o único demônio que foi libertado.